Vídeo: À mesa com Fernando Pessoa

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Ai, os pratos de arroz-doce

Ai, os pratos de arroz-doce
Com as linhas de canela!
Ai a mão branca que os trouxe!
Ai essa mão ser a dela!
Quadras ao Gosto Popular. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1965. (6ª ed., 1973).

Hora de recordar o maior poeta de língua portuguesa do século XX. Ele é o retrato mais perfeito do modernismo em Portugal. Fernando Antônio Nogueira Pessoa, esse é seu nome de batismo. Mas ele tinha muitos outros, dizem que mais de 100.

Falar de Fernando Pessoa é falar de um gênio, às vezes um louco, às vezes intenso, outras vezes sensível e por toda vida solitário. Um homem que só amou uma vez, e não viveu esse amor. Mas muitas vezes escreveu sobre ele com insuperável perfeição. Como ele dizia, “o poeta é um fingidor”, e ele fingiu esse amor.

E como seria Pessoa na intimidade. Sim, sabemos que ele escrevia, escrevia, escrevia o tempo todo. Vamos descobrir quais os sabores e aromas que o encantavam.